quarta-feira, 31 de julho de 2013

Habemus Laje (Laje 4)

Concretada!


Finalmente a laje foi concretada na tarde de ontem. Muito rápido o procedimento, afinal bem menos concreto do que na ocasião da concretagem do radier (etapa do post Fundação 2 - Concretagem). Só houve tensão quanto a sujeira do concreto nas paredes internas e externas, por conta da força da bomba e algum descuido do responsável por manuseá-la - mesmo avisando que era uma construção de tijolo a vista.

Como não poderia deixar de ser, fui acompanhar de perto o processo e acabei ajudando a limpar as paredes a medida que o concreto respingava ou vazava por alguma pequena fenda. Felizmente o trabalho feito previamente pelo pedreiro em colocar massa nos vãos onde isso poderia acontecer, funcionou bem e reduziu bastante a sujeira. Mas confesso que é angustiante ver o concreto sendo jogado, em alguns lugares escorrendo ou respingando no tijolo, que o absorve rapidamente. Com a mangueira a postos, ia limpando e impedindo que ressecasse, manchando a parede. No momento em que formos rejuntar e impermeabilizar os tijolos, talvez tenhamos que lixar levemente algum ponto onde possa ter ficado manchado.

Lá em cima, o trabalho era semelhante ao do radier, a bomba cuspindo o concreto e o sr. Camilo espalhando com o "rodo" dele. Não foi sarrafeado, eu gostaria que tivesse sido, mas não interfere na eficácia e durabilidade. Ao todo, para 56 m² de laje, foram gastos 4,5 m³ de concreto usinado.



Diferente do concreto usado no radier, esse apresenta uma cor escura por causa de algum aditivo que colocam na massa


Agora, continua a alvenaria das paredes que seguem, como oitões, fechamento para o telhado, etc.






E hoje de manhã, já em processo de cura:





Agora é esperar o final de semana e tomar um sol na laje! :D






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terça-feira, 30 de julho de 2013

Mudanças em Vôo

E as Milhares de Ideias


Mesmo após meses de discussão e definição do projeto, mesmo depois da obra iniciada, a qualquer momento pode se ver atormentado por pensamentos, ideias, dúvidas sobre o que está sendo feito, além claro daquela vontade de sempre prover uma casa perfeita - inatingível, eu sei.

Como meu caso é uma ampliação, por menor que fosse a casa "antiga", haviam problemas e consequentemente algumas soluções adaptadas para a realidade do projeto novo. Em várias situações haviam algumas maneiras diferente de solucionar esses problemas e isso gera uma possibilidade incomoda. Qual melhor alternativa? Será que ela atende todas as necessidades atuais e as que virão? Qual mais econômica? Qual menos drástica/impactante para o que já está construído? Tem certeza disso, não vai se arrepender?! Além do turbilhão de preocupações sobre o andamento da obra, ainda surge esse medo de se arrepender de algo no futuro, depois da casa toda construída e entregue.

Não é sadio econômica e nem psicologicamente sair mudando tudo que aparece como uma "boa ideia". Decisões de última hora sempre carregam o peso do não planejamento e uma simples mudança pode acarretar problemas não previstos devidamente. Porém como dormir com aquele pensamento totalmente inesperado e gritante de que tal coisa ficaria melhor de outro jeito?

A única sorte (ou provimento) que se pode contar nesse momento é com a experiência de um bom engenheiro/arquiteto/projetista, aliado a um pouco de imaginação e pensamento a longo prazo.

Eu entrei nisso decidido a não mudar nada. Já tinha esgotado meus pensamentos na etapa de definição, acreditava ter encontrado boas e definitivas soluções para tudo, de modo que nada precisaria ser revisto. Ledo engano!

Já na fase da escavação das estruturas, um belo dia olhando para aqueles buracos todos das sapatas, encafifei que não faria sentido fazer o banheiro menor que o comprimento do quarto e deixar um recuo na parede do fundo da casa. Dava tempo, iria ampliar o banheiro em 1,25 m, não custaria quase nada a mais e não haveria impacto nenhum no restante. Não iria conseguir suportar aquela sensação de quando entrar no banheiro e pensar: "puxa, se eu tivesse aumentado aqui teria ficado melhor". Mais do que de pressa passei a mão do telefone e sugeri meio sem jeito ao sr. Carlos Fachinelli a ideia de última hora. Ele não só aprovou, esclareceu que era possível, como deu um fim mais do que justificável para fazer isso: seria o espaço adequado para colocar uma hidromassagem no futuro. Com a imagem daquilo projetada na minha mente, o que me restou fazer?

As sapatas sendo escavadas mais a direita,  as do centro da foto eram o limite do banheiro no projeto original

Semanas depois, chegada a hora de unir as alvenarias nova e velha, havia a questão da remoção da laje da suite "antiga", que ficara com pé direito muito baixo devido ao aterro interno que havíamos feito. Era uma pequena laje, um comodo, fazia sentido tirar e deixar o pé direito alto com um forro de cedro, como será na sala. Eis que um sábado qualquer, o dono de um caminhão que traz terra para mim apareceu lá para ver a obra. Olhou, relembrou como a casa "antiga" era antes de tudo começar, entrou no quarto baixo e questionou o que faríamos com a laje. Expliquei a decisão de remoção e fui cortado de pronto: "que isso rapaz, faz um mezanino aí em cima e deixa esse quarto assim mesmo". Mal sabia o que ele estava falando, mas fui atrás de imaginar. Subi na laje e vi um por do sol colorido, uma paisagem verde e um cenário perfeito para um comodo extra. Vi o pé direito que haveria ali, mais de 5,40 m pois é o oitão principal do telhado. Acima da laje existente, teria 2,80 m de pé direito na parte mais alta e 2,10 m na parede de apoio da viga próxima ao beiral. Mais que o necessário para um mezanino. De novo, sr. Carlos Fachinelli como o responsável por apontar alguma limitação para ideia e/ou a complexidade de executá-la e de novo uma resposta positiva: validamos as alturas de pé direito, me mostrou um projeto com um mezanino menor, mais baixo e ainda sim viável e exemplificou o uso: um escritório reservado. Não mexeríamos com o pé direito, não mudaria nada além do fato de não demolir toda a laje existente. Sem gastar 1 real, o que me impediria?

Local acima da laje onde faremos o mezanino
Com um visual desses ficou difícil encontrar um motivo para não fazer
As paredes ainda em elevação até o peitoril da janela (1 m)



Agora já pensando no telhado, percebi que tínhamos definido um telhado que não seria totalmente funcional na parede externa, dos fundos da casa, justamente a que cobre o mezanino então incorporado ao projeto. Partindo a mais de 4 metros do contrapiso, com 70 cm de beiral, não protegeria nada caso a chuva viesse do fundo do terreno, estragando e podendo infiltrar água nas janelas e em uma porta com vista para o fundo. Agora parece óbvio a necessidade de ter notado isso no começo do projeto, mas são tantos detalhes que algo passa desapercebido. Só poderia então voltar ao sr. Carlos para rever esse item do projeto e encontrarmos uma solução. Já na época da ideia do mezanino, ele tinha comentado que faria sentido então construir uma varanda para essa suite também, fazendo com que a casa fosse quase toda avarandada. Meu medo era prolongar o telhado e acabar com a vista do mezanino, algo que acabaria com o charme da solução. Pensamos então em fazer um telhado mais baixo, partindo debaixo do peitoril das grandes janelas do mezanino, cobrindo toda a área do fundo do quarto e porta de acesso ao quintal. O custo desse telhado e a mínima alvenaria, com certeza compensa os problemas que poderia vir a ter sem a proteção desses locais.

Parede onde será aberto o vão para uma janela (ou porta :?) e coberta por um telhado saindo da altura de 3,40 m
Exemplo da laje feita sem a preocupação com a estética, erro que não queríamos cometer na parte nova

Em virtude dessa laje aparente e a necessidade de fazer algum acabamento depois, foi possível seguir com o tijolo de 25 cm e evitar ter que fazer mais emendas entre as alvenarias. Nessa parte onde aparece o concreto e a massa de assentamento, faremos uma moldura, algum acabamento que esconda a laje e "quebre" a diferença de padrão e dimensão dos tijolos.




E será que para por aí? Ideias não faltam...rs



segunda-feira, 29 de julho de 2013

Itens Opcionais

Escolhendo Detalhes


É fato que a construção com o tijolo solo-cimento (ecológico) oferece uma série de opções para economizar, padronizar, flexibilizar ou melhorar a usabilidade e praticidade de determinados itens. Há diversos acabamentos ou itens da construção que você pode simplesmente abrir mão, em prol de alguma vantagem. Porém, como tudo na vida, existem vantagens e desvantagens em todas as situações e algumas vezes é difícil fazer a escolha com segurança.

Falo de situações onde podemos deixar de usar alguma coisa que, em uma obra convencional, não seria possível ou viável. Exemplos: caixas de luz, conduítes, revestimentos, forros, etc. Vou defender os argumentos que me fizeram escolher cada um desses itens.

  • Caixas de luz:
O pedreiro bem que tentou me fazer desistir da ideia, mas essa decisão estava baseada numa experiência anterior com a casa "antiga", algo que com certeza clareou as idéias para diversas dessas decisões opcionais.

Na alvenaria com tijolo solo-cimento, como já disse antes, a elétrica tem que ser planejada e definida com antecedência. Bem...em partes. Até é possível chegar na altura de laje sem definir nada disso e sair marcando onde se deseja tomada, interruptor e ponto de luz. Só não vejo isso como prático. Como será necessário um projeto completo, item abordado no post Executando o Primeiro Passo: o Projeto, não faz sentido deixar para a última hora.

Muito embora o vazado do tijolo permita futuras mudanças, o ideal é que já se suba a alvenaria com os pontos definidos e, considerando isso, as caixinhas de luz são embutidas, os conduítes passados, pontos de luz definidos, tudo durante a construção das paredes. Porém você pode não usar caixinhas e nem conduítes. Não usar caixinha permite o local da tomada/interruptor seja furado com uma serra copo, fazendo um furo circular na face do tijolo. Com o espelho no lugar, não haverá diferença aparente nenhuma para a caixa embutida.

Exemplos:

Na casa "antiga"
Onde acabamos colocando de última hora, na parte nova
Como decidimos fazer: tudo com caixa embutida e o fundo cortado
A caixinha de 4x4 resolvemos  não usar e nesse ponto, teremos energia no lado dir. e comunicações (redes, TV a cabo) no lado esq., em conduítes separados para evitar interferência.
Porque decidi a caixinha: veja que a parte interna da tomada/interruptor é parafusada na parede, no tijolo e fixada com uma bucha. Ocorre que, como o tijolo não é cozido e esfarela com facilidade onde não é tratado, a chance dessa tomada soltar é grande, principalmente com intensidade de uso. Há como resolver isso, usando componente adesivo epoxy por exemplo, a bucha ficaria bem fixa, mas é algo que não queria lidar. A caixinha já tem a rosca, o posicionamento certo e embuti-la não chega ser complexo. Só cortar o tijolo com carinho e zelo.

  • Conduítes:
Os conduítes também podem sim ser suprimidos. O vazado dos tijolos permite que você passe os fios, garantindo arrefecimento e isolamento, com dimensão suficiente para qualquer necessidade. Além disso, da mesma forma que a não necessidade da caixinha, desde que determinado vazado do tijolo esteja livre (sem grouts ou hidráulica, sem interrupção por janelas, portas ou vãos livres), é possível colocar uma nova tomada ou interruptor a qualquer momento, sem quebras, sem complexidade.

Conduítes no vazado do tijolo, espaço suficiente para dois ou mais
Conduíte pra todo lado
Quadros elétricos ou de comunicações ajudam a organizar e distribuir os circuitos todos


Decidi pelo conduíte por uma questão de organização e proteção. Me parece muito melhor ter os fios todos acondicionados no conduíte, uma barreira para umidade, alguma lembrança para uma furadeira desavisada e a meu ver, uma maior facilidade de passar a fiação, uma vez que o corrugado do conduíte facilita muito o passa-fio alcançar a outra extremidade. O vazado do tijolo, entre um e outro, pode oferecer alguma resistência, facilmente contornada se estiver passando o fio pela primeira vez, mas que pode ser chateante se o vazado estiver cheio (não seria incomum vários cabos de rede - de bitola maior, preenchendo grande parte do espaço do vazado). Com o conduíte, o caminho já está definido, não haveria resistência.

  • Revestimento:
Esse é um item que varia de acordo com o gosto de cada um, mas deve-se saber que é possível revestir (reboque, gesso, etc) essas paredes a qualquer momento. Como a parede já deve estar no prumo, fica muito mais simples e econômico revestir uma parede dessas, se comparado com alvenaria convencional.

Eu decidi manter assim por uma questão financeira. Algum dia posso vir a passar gesso nas paredes internas, mas pelo lado de fora será obrigatoria e predominantemente tijolo a vista, pela beleza e adequação com o ambiente (chácara).

A única coisa necessária de se fazer é impermeabilizar o tijolo com resina 100% acrílica. Isso repelirá a água e oferecerá proteção contra a ação dos raios solares, que com o tempo deixam a parede rústica. A parede rejuntada e com o impermeabilizante aplicado, fica muito mais bonita.

  • Laje:
Ter ou não laje de alvenaria no papel de forro é algo que fiquei bastante na dúvida. É uma opção bastante adequada o forro de gesso cartonado, bastante resistente e econômico perante a opção de laje de alvenaria, com mesma aparência final. 

Na minha obra, acho que essa decisão veio muito mais de um costume meu em casas com laje sólida (e talvez um preconceito com qualquer outro forro), do que uma decisão lógica. Claro que a opção de poder andar por cima da laje, no caso de alguma manutenção na elétrica ou mesmo no telhado, faz toda a diferença. Passar um fio em uma casa com forro de gesso exige mais trabalho em altura, necessidade de subir no telhado, remover telhas, chegar até o local de alguma maneira. Sem falar que uma laje é eterna, resiste as intempéries e situações inesperadas (e não incomuns) de alguma infiltração de água da chuva pelo telhado. Mas se for considerar a alvenaria leve usando o tijolo ecológico e um forro de gesso, haveria economia em toda a cadeia, desde a fundação, dimensionamento dos grouts,  sustentação do telhado, etc.


Enfim, são algumas decisões bastante particulares, que variam de acordo com o gosto, o projeto, condições, etc. Porém achei interessante abordar isso pois fica sendo um ponto de vista sobre algum partido, pode servir de base para a tomada de decisão dos que passarem pelas mesmas dúvidas.



sábado, 27 de julho de 2013

Laje 3

Respaldo


Com uma trégua na chuva, foi possível terminar o respaldo da laje, que nada mais é do que as cintas de amarração onde há o apoio das treliças, juntamente com a amarração dos negativos e ferragem das nervuras. Tudo isso visa amarrar toda a alvenaria na altura de laje, oferecer resistência e distribuição do peso para as paredes. A laje e essas armações ajudam ainda mais a cinta de amarração aérea a "travar" todas as paredes, algo que teria que ser feito tendo laje ou não.

Note que já foram colocadas 2 fiadas (em algumas paredes 3) acima da canaleta que usamos para apoiar as treliças, que por sua vez foi cheia de concreto. Essas fiadas já foram assentadas na cola mesmo, o trabalho foi nivelar a fiada imediatamente acima a da canaleta cortada que mostrei no post anterior Laje 2. Dessa forma que foi montada, não dará para ver a laje pelo lado de fora, o que era nosso intuito desde sempre.

Também aproveitamos para preencher os cantos com uma massa fina evitando que, quando o concreto bombeado vier, não vai vazar pelos cantos da parede sujando tudo.


Sol!
Pelas minhas contas, teremos apenas mais uma fiada onde o telhado será apoiado, respeitando a inclinação mínima de 30%. Isso corresponde a ~ 3,38 m de altura na maioria das paredes externas.

A fiada acima da canaleta cortada do post Laje 2 antecede o tijolo inteiro que está escondido pela massa nessa imagem




Também deixamos desobstruídos os vazados do tijolo com tubos de PVC entre o vão da suite para o banheiro, onde haverá alvenaria subindo ainda, será a caixa d'agua.

Importante não obstruir para permitir que haja circulação de ar nos vazados, assim preserva-se a característica termo-acústica e também permite a evaporação de qualquer umidade.

O PVC ficará aí sempre, envolto de massa.


Cade a laje? :)





Amanhã vem o concreto usinado!





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segunda-feira, 22 de julho de 2013

Laje 2

Lajotas


Mais algumas fotos para ilustrar o processo de colocação da laje. 

Na sexta-feira foram colocadas as lajotas e algumas das ferragens que farão as amarrações, os chamados negativos e as caixas para as nervuras, viga transversal a laje que é preenchida de ferro e concreto. Esses itens devo voltar a detalhar em outro post.

Foi legal ter essa impressão pois já dá para ter ideia da luminosidade nos cômodos.

Um ponto que pode ser observado é que decidimos não usar caixa de luz para teto, nem tanto pela economia, já que são baratas, mas mais pela usabilidade. A caixinha de luz é legal porque permite organizar a fiação escondida, permite parafusar o lustre diretamente nela, como um espelho. Porém houve o receio de não atender o propósito. Há lustres que não batem a furação com as abas de fixação da caixa de luz para teto, além disso essas abas podem quebrar e isso seria péssimo pois perderia a função. Além disso, se desejarmos colocar ventilador de teto, teríamos que furar a laje do mesmo jeito e no fundo da caixa ficaria mais fina a camada de concreto. Decidimos então furar a laje depois de tudo pronto e rebocado, podendo fazer as furações nos locais que quisermos, com maior precisão e com a possibilidade de deixar já preparado para ventiladores de teto.

Suite master

Nervuras em detalhes
Colocamos 2 nervuras em todos os cômodos
Faltaram 3 treliças de acordo com a montagem que o pedreiro fez. Ele montou duas treliças no meio dos cômodos, diz ele que há maior resistência dessa forma.


A barra do negativo ainda terá que ser presa na armação da treliça  (veja ela apoiada na segunda treliça)


Mais uma vez o detalhe para a laje ficar embutida. Tijolo caneleta com um dos lados cortados
Espaço da nervura onde será colocado ferro e enchido de concreto usinado
Ao fundo, essas duas vigas de madeira em pé estão com a linha que representa a altura da cumeeira do telhado no seu ponto mais alto


Hoje os negativos todos devem ser terminados, amanhã preenchido o respaldo (canaleta que se vê na foto acima e que fecha as pontas da laje) e assentado a fiada em cima do respaldo, que vai dar a altura para concretagem do restante.





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