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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Madeiras na Obra (Telhado 1)

Telhando Iniciado


Finalmente recebemos o madeiramento do telhado, uma carga e tanto diga-se de passagem. Muita madeira aparelhada, seis pranchas enormes (e pesadas!), um caminhão lotado de vigas e ripas.

Agora será um trabalho intenso de carpintaria, muita força para colocar as pranchas no lugar e cuidado para que fique bem feito. O charme todo da casa depende desse telhado, então dá para imaginar minha ansiedade.


Os pranchões 8 x 35

Vigamento e ripas

Vamos aguardar as primeiras vigas posicionadas e vou postando os processos aqui.






segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Vista do Fundo

Definição das Fachadas


Se teve uma coisa que esquecemos durante o estudo e o projeto, foi a vista dos fundos da casa. A fachada frontal é sempre discutida, exemplificada e detalhada no projeto arquitetônico, mas a do fundo não tínhamos ideia de como ficaria.

Com os pés-direitos, telhado e beirais finalizando em grande altura, temos paredes altas e bastante expostas no fundo da casa, motivo pelo qual decidimos pelo beiral de 1 metro.

Como tínhamos definido o projeto, diante todas essas paredes altas, a fachada do fundo ia aparentar uma casa muito "fechada" se não fossem as duas janelas do mezanino, mudança de última hora que abordei aqui. Além dessa mudança, também pensamos em uma varanda para proteção da porta balcão da suite da casa antiga, que será aberta também com vista para o fundo. Tudo isso melhorou o visual e deu o toque que faltava para essa vista.

Minha dica é: não esqueçam de pedir a visão de todas as fachadas da casa, assim não há nenhuma surpresa ou sensação de que faltou alguma coisa.

Janelas da dir. para esq.: As duas do banheiro da suíte 2, acima disso as duas do mezanino e a do banheiro da suite master.
Detalhe do mezanino, duas janelas de 1,75 x 0,80 m.
Nesse local partindo debaixo do peitoril da janela do mezanino, descerá o telhado da varanda até o comprimento da parede do banheiro da suite


Nessa parede do tijolo antigo, ainda abriremos um vão para a porta balcão dessa suite
A caixa d'agua se destacará do telhado quando for elevada até a altura final
A varanda lateral
Vista completa, com o barraco incluso...rs
Panorâmica da selva: ainda tem muuuuuito espaço para a área de lazer




sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Reforma 4

Quando Demolir é Melhor do que Remendar


O complicado de uma ampliação é fazer com que aquilo que já está construído seja preservado ao máximo. Foi com esse princípio que discutimos os estudos antes da definição do projeto, considerando isso também que repensamos algumas decisões durante a obra e era isso que tinha em mente quando começamos a fazer os trabalhos de reforma, adaptação e manutenção das alvenarias que já estavam construídas.

Além do fator custo - não desperdiçar tanto e aproveitar tudo que fosse possível da casa "antiga", tínhamos que respeitar o fator estrutural de todos os pontos em que precisaríamos mexer. Naturalmente chegamos a um conjunto de tarefas que não afetariam a estrutura da casa "antiga" e, dessa maneira, poderíamos arriscar modificações que incluíssem remover paredes por completo.

Porém, antes de ver o resultado final, surge a dúvida: devo botar a parede toda no chão, perder o material empregado nela e começar tudo de novo ou conseguimos adaptar o velho para se encaixar no novo e manter de pé a alvenaria antiga sem que destoe ou comprometa a qualidade do trabalho? É claro que o pensamento em prol da economia pesa muito nesse momento.

Foi nesse sentido de economia que decidimos manter o que fosse possível da parede lateral da casa. Havia revestimento aproveitável pelo lado interno - a área de serviço na configuração nova, havia tijolos em bom estado em grande parte da parede e o trabalho seria elevar o peitoril de uma janela e abrir uma porta. Parecia ser possível fazer uma cirurgia onde cortaríamos alguns "tecidos", enxertaríamos e costuraríamos outros. É, mas nem toda cirurgia é um sucesso.

No post inicial do tema Reforma, já havia mostrado essa parede, antes de qualquer mexida e durante a cirurgia, quando citei que "ao iniciar a abertura do vão, percebemos que esse peso todo iria fazer a parede ruir e decidimos por remover parte da mesma". Pois é, parte. O fato é que, ao fazer a união do novo com essa parte, dado a necessidade de passar hidráulica e elétrica para tanque, máquina de lavar, etc, o resultado que chegamos não era exatamente o que esperávamos. A qualidade não ficou em acordo com o restante da casa - tudo novo e bem construído.

Com grande parte disso executado, a aparência incomodava e o resultado final não foi aceito. Especialmente porque alguns tijolos antigos racharam durante os trabalhos, uma vez que qualquer batida, emprego de talhadeira ou excesso de peso, faz esse tijolo não cozido rachar. Até poderia trocar os espelhos dos tijolos, mas pelo lado interno a organização da hidráulica não ficou adequada. Decidi então pedir que removessem tudo, todo o trabalho novo e também tudo que fosse possível da parte velha. Seria um passo atrás, seria como remover toda aquela parede, para voltar a construí-la do zero. Melhor assim do que conviver com algo que causasse arrependimento, lembrando sempre que o custo para ter feito direito não era tão alto.

Essa é mais uma implicação da reforma em casas com tijolo solo-cimento (ecológico). Não é raro chegar a conclusão de que é melhor desfazer grande parte, do que fazer um pequeno remendo. Em sendo tijolo aparente, pode acontecer de não chegar em um resultado adequado e o fator economia acaba não compensando.

O resultado do retrabalho foi esse:


O que havíamos mantido, precisou ser removido. Como foi feita uma coluna no canto da casa, como se pode ver no extremo direito da imagem, não havia implicações estruturais na remoção da parede
Acabou restando apenas 4 ou 5 fiadas inferiores da parede antiga. Do vão da nova porta até a coluna, praticamente tudo novo
A evidente diferença entre o tijolo rejuntado (antigo) e o novo. Como há a diferença de tamanho entre o tijolo novo e o velho, fica também ressaltado um pequeno vão no encontro entre a parede e a coluna. Com o rejunte, isso desaparecerá
O acabamento do tijolo de 25 cm é realmente bem melhor do que o novo de 30 cm
Motivo pelo qual refizemos tudo: as esperas da hidráulica haviam sido todas embutidas em recortes na parede antiga preservada. Mesmo revestindo depois, a qualidade tinha ficado comprometida. Agora, com tudo embutido corretamente, o resultado é bem superior
Em elevação para atingir a altura do oitão









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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Madeiramento

Outro Grande Custo


Me deparei agora com outro item que vai causar um grande impacto no orçamento da obra: o madeiramento do telhado. Similar ao custo do radier, estimo que mais de 40% do valor do orçamento de materiais para o bruto da obra (sem acabamento) esteja divido nesses dois itens: fundação e telhado.

Devo ressaltar também que parte do custo do madeiramento é ampliado no meu caso, dado a existência de alguns vãos livres grandes que obrigam bitolas maiores, pela quantidade de telhado aparente o que implica em madeiramento aparelhado, também pelo forro de cedro em determinados locais e pela escolha que fizemos para o vigamento. Não usaremos caibros, somente vigas de 5 x 15 no lugar dos mesmos, tirando a necessidade de algumas tesouras. Também usaremos pranchas de 8 x 35 nos limites das varandas, o que vai deixar o telhado bem bonito e imponente. Mas tudo isso tem um preço e ele é alto!

Decidi usar madeira Cupiúba, vulgo Peroba Vermelha, aquela madeira que apresenta cheiro e por isso é uma alternativa mais barata a Garapeira. A Garapeira é uma madeira mais clara e sem cheiro, por isso é muito procurada e com altos preços. A diferença de preço entre as duas opções é de 30%. Como já tinha madeiramento lá em Cupiúba e, mesmo tendo sido telhado aparente na casa "antiga" até removermos tudo, não sentia cheiro nenhum, não creio que será problema. A madeira é de boa qualidade e o tratamento que vamos dar a ela é que vai definir sua durabilidade.

O empreiteiro, sr. Ramiro, fez a distribuição do madeiramento em um desenho que auxiliou na compra e servirá de referência também para a montagem. Veja:


Grande parte do telhado onde não tenho laje, colocaremos uma manta dupla face visando proteger o lambril de cedrinho a ser instalado na sala e mezanino, além do gesso que existirá na cozinha e área de serviço.

Outro detalhe que implicou em aumento do custo foi o beiral de 1 metro. Como a maior parte da casa é varandada, os beirais que não são varanda achei melhor fazer o maior possível. Com isso, mais vigotas foram necessárias e aumentaram os comprimentos das pranchas. Isso implicou em um aumento de 6 a 7% do valor do orçamento, caso fosse beiral comum de 60 ou 70 cm. Mas pela proteção da chuva nessas áreas, deve valer a pena.

As telhas serão as americanas, seguindo e aproveitando o que já tenho lá remanescente do telhado da casa "antiga". Ainda preciso recalcular a quantidade, mas tenho em mente 272 m² de telhado, o que resultaria em 3800 telhas, se considerado o rendimento de 14 por m². Isso muda de fabricante para fabricante e tenho que descontar a quantidade que há tenho.

Agora é esperar o trabalho de carpintaria começar para visualizar o que chegará bem próximo da imagem final da casa.



terça-feira, 20 de agosto de 2013

Visão Geral 20/08

Rendendo Frutos


Primeiro gostaria de dizer que fico muito feliz de estimular e despertar curiosidade nas pessoas sobre construções usando tijolo solo-cimento. As estatísticas de visitação têm crescido bastante e tenho feito contato com diversas pessoas por intermédio do blog. Até cheguei a receber visitas de alguns interessados em conhecer mais sobre a obra e isso mostra que todo esse trabalho não está sendo feito em vão. Obrigado e fiquem a vontade para tirar dúvidas, estabelecer contato e também divulgar o Blog Solo-Cimento.

Em tempo, mostro a obra no estágio atual. Não há muitas mudanças externas grandes, mas já consigo ver a imagem final da casa se consolidando.







Panorâmica frontal: os pallets de tijolos sumindo...



Aos visitantes, meu muito obrigado e por favor, se tiverem dúvida, manifestem-se através da página de Contato.

Há muito desconhecimento e preconceito sobre o assunto, o que acaba impedir o acesso das pessoas a esse método tão viável e seguro quanto vários outros ditos como convencionais. Não tenho pretensão de mitificar o método ou defendê-lo como a salvação da construção civil, quero apenas propor mais uma opção e mostrar que, no meu caso, deu certo. Pode dar certo para você também.




segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Oitões

Avançando Para a Cobertura


Dando sequência no assunto que abortei no post Yes, Nós Temos Pilares!, estão sendo preparados nesse instante os últimos detalhes para o apoio do telhado. A alvenaria está sendo elevada para a os pés-direitos finais, formando os oitões (ou empenas) para apoio das águas do telhado.

Como já mostrei aqui antes, serão três águas no telhado principal (um telhado duas águas, mais um uma água), um pequeno telhado para a caixa d'agua (diferindo da laje prevista no projeto e na imagem abaixo) e uma nova varanda (não prevista no projeto) em um patamar mais baixo da água com a caída para o fundo da casa.



Com os pilares prontos, os oitões assentados e a caixa d'agua instalada, a cobertura está na minha pendência em adquirir o madeiramento - uma pequena fortuna por sinal. Detalharei minha escolha em um post específico ao madeiramento.

Como foram definidos pés-direitos bem altos, especialmente na sala, as impressões de espaço e beleza da edificação são muito boas.

O vão de apoio da viga que cruzará a sala

Mantivemos as formações de colunas na parede frontal da casa, onde também haverá uma viga apoiada

Veja abaixo que tem uma linha simulando o posicionamento da viga de apoio do telhado. Quando a viga chegar, será posicionada para definição do corte que precisará ser feito nos tijolos, para deixá-los paralelo a viga, de acordo com a inclinação do telhado. Todos os oitões inclinados terão que ter esse trabalho de corte para deixar o acabamento adequado.







Por enquanto fica a expectativa em ver tudo coberto, parte importante para minha meta de construção bruta ser atingida. 










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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Inusitado Morador

Estreando a Casa


Dando uma pausa enquanto preparo os próximos posts, hoje mostro primeiro morador(a) da nossa casa. É verdade que já notei que um casal de preás anda por debaixo dos pallets dos tijolos, mas esses não sei se possuem moradia fixa e não usam o interno da casa (acho eu). Esse não, escolheu um quarto para ele e montou seu próprio ninho, como se quisesse mostrar que alí já tem dono.

Ele não gosta muito de visitas e não fica para receber ninguém. Rapidamente foge pelo vão da porta com rapidez e destreza de quem já está adaptado ao local. Dá até para escutar algumas reclamações em alguma árvore ou cerca próxima, por tê-lo perturbado.



Não foi muito fácil tirar essa foto, pois esse pequeno beija-flor é arrisco e ligeiro. Mas dá para ver o bico dele sentado em cima da casinha que ele montou rapidamente presa no arame. 



Aqui ele - minúsculo - sentado na cerca, meio bravo comigo por tê-lo pertubado...rs



Sinal de que a casa está ficando aconchegante e receptiva! Quem sabe quando ela ficar pronta, ele terá um lugar mais adequado parar montar seu ninho, inclusive com água fresca e algumas frutas...



terça-feira, 13 de agosto de 2013

Yes, Nós Temos Pilares!

Se Preparando Para o Telhado


Uma casa toda varandada, esse era o meu sonho desde sempre. Com o visual que tenho, as dimensões do terreno e a integração com a natureza do local, precisava ter áreas externas protegidas por um telhado, que ao mesmo tempo fizessem parte da casa, tal qual um cômodo designado para o lazer. Isso somente uma varanda pode prover.

Eu usei e abusei delas no projeto. Serão mais de 90 m² de varanda, se considerado também a área do abrigo/garagem e uma nova varanda que pensamos recentemente para os fundos da casa. Com isso serão 11 pilares para sustentação do telhado que cobrirá cada uma das varandas, todos construídos com tijolo solo-cimento (ecológico), claro.

Quem for leigo sobre o assunto e se deparar com um pilar usando esse tijolo, pode achar que ele não suportará a carga de peso e demais forças que atuam sobre o mesmo, ao longo da vida de uma casa. É curioso ver como, antes de terem os vazados preenchidos, são moles e aparentemente frágeis. Até escorados eles são enquanto o concreto seca e venha a ofereçer a resistência necessária, sempre sendo conferido o prumo para evitar efeitos estéticos desagradáveis. Usando os grouts corretos, o pilar oferecerá a resistência necessária para suportar todo o peso do telhado como se fosse um concreto convencional, uma vez que os tijolos fazem parte da estrutura e, se dentro da norma, possuem no mínimo resistência a compressão de 2 Mpa (± 20 kgf/cm²). Estamos usando barra de 3/8" nos grouts, superando o previsto na planta estrutural.

Assim o telhado começa a se tornar realidade, com os oitões já próximo das alturas finais e os pilares pontilhando o visual.

Quando antes da secagem do concreto, escorados para manter o prumo:








Agora já com 2,60 m finais:







E a panorâmica atual:












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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Reforma 3

Elevando Paredes Internas


Como mudamos a função de alguns ambientes, o que era antes uma cozinha pequena, precisou se tornar uma área de serviço e o antigo apoio do balcão que dividia a cozinha da sala, precisou receber mais fiadas para se tornar uma parede fechada.

Já havia dito nos posts anteriores relativos a reforma a dificuldade que estamos tendo com os novos tijolos de 30 cm. O fabricante que forneceu os tijolos da casa "antiga", da época de quando foi construída, me parece ter fechado/falido. Tentei contato por diversas formas, mas não há mais nenhum válido. Restou-me optar por um tijolo de 30 x 15 x 7,5 cm de um fabricante da região para sanar meu problema em ter que subir algumas paredes com esse mesmo tijolo, evitando que ficassem ressaltos ou problemas de modulação, já que as paredes novas todas foram construídas usando o 25 x 12,5 x 7 cm.

Eu acabei tomando essa decisão de usar o tijolo de 25 na casa nova pois havia uma facilidade maior de encontrá-lo no mercado - o que ajudaria no futuro no caso de alguma ampliação, além do visual ficar mais agradável com o tijolo menor. Até aí tudo bem, haviam poucas intersecções da alvenaria nova com a velha, então só precisaria de uma pequena quantidade do tijolo de 30 para algumas elevações em paredes da casa antiga. Só não contava que esse tijolo de 30 não tivesse realmente os 30 cm declarados.

O tijolo na verdade tem pouco mais de 29 cm, o que está me trazendo diversos problemas com a modulação entre o novo e o velho, algo que não estava previsto e complica ainda mais as tarefas que são de reforma. É necessário ficar trabalhando com as fiadas, fazendo recortes, distribuindo a diferença entre os vãos e gastando tempo.

Veja a diferença nessa imagem abaixo:


As 7 fiadas inferiores, com o tijolo já rejuntado, são as fiadas com o tijolo antigo. A partir da canaleta de boca pra baixo (que foi deslocada para facear o tijolo antigo), aparece esse degrau uma vez que estamos usando o tijolo novo, algo que não temos muito como mudar. Quanto mais tijolos em sequência a parede usa, maior a diferença. Chega-se a 3 cm no final de uma parede extensa.

Nos resta então cortar esses 3 cm com muito cuidado para não danificar o tijolo antigo, uma vez que essas paredes serão todas revestidas e haverá o batente da porta nesse vão, o que neutraliza grande parte dos problemas de aparência que teria por isso.

Minha vontade era devolver todos os tijolos e procurar algum que realmente batesse a medida, mas é tarde demais. É um problema que possivelmente teria com qualquer outro tijolo que não fosse do mesmo fabricante, pelo menos a mesma prensa e molde, pois qualquer diferença no processo muda a medida do tijolo. Como são poucas paredes e menos ainda as expostas, trabalharemos com as diferenças da melhor forma para manter a estrutura da parede e fazer os fechamentos como esse que ficou pronto na sexta:

Antes da conclusão:


Após o fim dos trabalhos na semana passada:



Vou tirar uma foto depois em detalhes, mas se reparar bem e com auxílio do zoom, há uma "escada" de tijolos cortados a partir do tijolo acima do vão, lado esquerdo. São tijolos menores que um inteiro e maiores que um meio. Somente dessa forma conseguimos fechar o vão acima da porta com a parede encostando nas duas extremidades. Muito provavelmente vamos ter que usar dessa artimanha em todas as outras paredes que vamos dar sequência com esse tijolo.



Estou tentando me convencer que só perceberá isso quem eu contar o que foi feito e apontar para a diferença. De qualquer modo, essa parede vai ser revestida, pelo menos pelo lado da cozinha, que é o que mais fica visível de dentro da casa.

E segue o trabalho de reforma. Temos mais uma porta e uma janela para mexer e isso nos dá mais assunto para um novo post, sobre os impactos dessas mexidas nas paredes existentes.





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