segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Reforma com Tijolo Ecológico / Solo-cimento - Capítulo 3

Elevando Paredes Internas


Como mudamos a função de alguns ambientes, o que era antes uma cozinha pequena, precisou se tornar uma área de serviço e o antigo apoio do balcão que dividia a cozinha da sala, precisou receber mais fiadas para se tornar uma parede fechada.

Já havia dito nos posts anteriores relativos a reforma a dificuldade que estamos tendo com os novos tijolos de 30 cm. O fabricante que forneceu os tijolos da casa "antiga", da época de quando foi construída, me parece ter fechado/falido. Tentei contato por diversas formas, mas não há mais nenhum válido. Restou-me optar por um tijolo de 30 x 15 x 7,5 cm de um fabricante da região para sanar meu problema em ter que subir algumas paredes com esse mesmo tijolo, evitando que ficassem ressaltos ou problemas de modulação, já que as paredes novas todas foram construídas usando o 25 x 12,5 x 7 cm.

Eu acabei tomando essa decisão de usar o tijolo de 25 na casa nova pois havia uma facilidade maior de encontrá-lo no mercado - o que ajudaria no futuro no caso de alguma ampliação, além do visual ficar mais agradável com o tijolo menor. Até aí tudo bem, haviam poucas intersecções da alvenaria nova com a velha, então só precisaria de uma pequena quantidade do tijolo de 30 para algumas elevações em paredes da casa antiga. Só não contava que esse tijolo de 30 não tivesse realmente os 30 cm declarados.

O tijolo na verdade tem pouco mais de 29 cm, o que está me trazendo diversos problemas com a modulação entre o novo e o velho, algo que não estava previsto e complica ainda mais as tarefas que são de reforma. É necessário ficar trabalhando com as fiadas, fazendo recortes, distribuindo a diferença entre os vãos e gastando tempo.

Veja a diferença nessa imagem abaixo:


As 7 fiadas inferiores, com o tijolo já rejuntado, são as fiadas com o tijolo antigo. A partir da canaleta de boca pra baixo (que foi deslocada para facear o tijolo antigo), aparece esse degrau uma vez que estamos usando o tijolo novo, algo que não temos muito como mudar. Quanto mais tijolos em sequência a parede usa, maior a diferença. Chega-se a 3 cm no final de uma parede extensa.

Nos resta então cortar esses 3 cm com muito cuidado para não danificar o tijolo antigo, uma vez que essas paredes serão todas revestidas e haverá o batente da porta nesse vão, o que neutraliza grande parte dos problemas de aparência que teria por isso.

Minha vontade era devolver todos os tijolos e procurar algum que realmente batesse a medida, mas é tarde demais. É um problema que possivelmente teria com qualquer outro tijolo que não fosse do mesmo fabricante, pelo menos a mesma prensa e molde, pois qualquer diferença no processo muda a medida do tijolo. Como são poucas paredes e menos ainda as expostas, trabalharemos com as diferenças da melhor forma para manter a estrutura da parede e fazer os fechamentos como esse que ficou pronto na sexta:

Antes da conclusão:


Após o fim dos trabalhos na semana passada:



Vou tirar uma foto depois em detalhes, mas se reparar bem e com auxílio do zoom, há uma "escada" de tijolos cortados a partir do tijolo acima do vão, lado esquerdo. São tijolos menores que um inteiro e maiores que um meio. Somente dessa forma conseguimos fechar o vão acima da porta com a parede encostando nas duas extremidades. Muito provavelmente vamos ter que usar dessa artimanha em todas as outras paredes que vamos dar sequência com esse tijolo.



Estou tentando me convencer que só perceberá isso quem eu contar o que foi feito e apontar para a diferença. De qualquer modo, essa parede vai ser revestida, pelo menos pelo lado da cozinha, que é o que mais fica visível de dentro da casa.

E segue o trabalho de reforma. Temos mais uma porta e uma janela para mexer e isso nos dá mais assunto para um novo post, sobre os impactos dessas mexidas nas paredes existentes.




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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Reforma com Tijolo Ecológico / Solo-cimento - Capítulo 2

Fechando Vãos


Conforme o último post, vou mostrar agora a parte mais crítica de minha obra, aquela que inclui reforma na parte existente, com alterações mais incisivas no que já estava construído. Como disse, basicamente consiste em mudanças dos locais de alguns vãos (portas e janelas) e elevação de algumas paredes e oitões.

Hoje foi finalizado o fechamento de um vão, uma antiga porta que não fará mais parte do projeto. Era uma situação delicada pois não quero rebocar essa parede externa e o espaço interno para onde a porta permitia acesso, se tornará um closet.

Fato é que é muito difícil fazer com que desapareça completamente o vestígio de que existiu uma porta alí. Como "fiada sim fiada não" termina em meio-tijolo, não conseguiríamos remover esses meios-tijolos para dar sequência em tijolos inteiros, como seria se estivéssemos construindo essa parede sem o vão. Logo, para fechar o vão, acontecerá a mesma coisa. Veja o exemplo abaixo:


Note que os tijolos em cinza são os existentes, em branco os do preenchimento. Os meios-tijolos em laranja, são os que precisaríamos remover para que fosse colocado no lugar, um tijolo inteiro e assim fazer a sequência correta de uma parede normal. Porém tirar os meios-tijolos de fiadas alternadas, especialmente existindo grout internamente (afinal é comum ter isso antes do vão de cada porta), é tarefa delicada, poderia prejudicar os demais tijolos e acabar complicando mais. Restou então fazer exatamente como no desenho, assentar meios-tijolos (em amarelo) no encontro com os outros da parede antiga, o que causa essa junta contínua (em vermelho) no encontro do novo e o velho. Dessa forma, é fácil notar que existia uma porta alí, mas não tenho escolha.

O resultado disso, pode ser visto abaixo:

O vão a ser fechado:


E foi:


Por dentro:



Acredito que rejuntado e impermeabilizado, vá ficar melhor. Se o tijolo de 30 cm que comprei tivesse realmente 30 e não 29, teria ficado ainda melhor. 

Essa alias está sendo a principal dor de cabeça nossa, tijolos e dimensões diferentes. As vezes até fora de norma. É a crítica que faço aos tijolos solo-cimento (ecológico), eles precisam ser padronizados, com opções de medidas restringidas. Hoje se um fornecedor fecha a fábrica (o que parece ter acontecido com a Gareta, fornecedora do de 30 cm para o antigo dono da casa), você pode ficar na mão se não encontrar ninguém com a mesma medida. Para bater exatamente igual, até a máquina de prensagem tem que ser a mesma, pois qualquer diferença no processo muda a medida do tijolo. É mais uma complicação para reformas e ampliações.






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Reforma com Tijolo Ecológico / Solo-cimento

O Calcanhar de Aquiles


Talvez o único argumento forte da desvantagem da alvenaria estrutural usando tijolo solo-cimento (ecológico) é o fato de qualquer reforma, ampliação, modificação exigir maiores cuidados e preocupações. Ainda que seja possível, qualquer alteração na alvenaria estrutural deve respeitar algumas limitações e levar em conta alguns aspectos para ser bem sucedida.

É fato que, em se tratando de alvenaria estrutural, não será possível abrir um vão em qualquer parede, não se pode simplesmente demolir algum espaço e fazer as modificações que deseja sem um estudo detalhado e muito cuidado. Como já citado no post Cintas de Amarração, a cada 70 centímetros ou até 1 metro, os vazados dos tijolos são preenchidos com uma barra de ferro e concreto, além disso, horizontalmente há as cintas que percorrem toda a casa em duas alturas, comumente 1,10 m e 2,20 m. Esses itens tem função estrutural, ou seja, eles farão a sustentação e distribuição das forças por toda a parede. Logo pode-se imaginar que não podemos simplesmente interromper e remover isso sem algum critério.

Há uma complicação maior ainda caso não exista projeto das alvenarias que se deseja alterar, motivo pelo qual insisto que um projeto completo, atualizado e respeitado do começo ao fim da obra, é garantia de tranquilidade por toda a vida da casa. Se você precisa mexer em algo que desconhece, não sabe como foi feito e o que vai encontrar, quando começar a reforma, isso se torna ainda mais crítico e com imenso potencial de problemas.

Eu estou em ambas as situações. Preciso mudar vãos de lugar (portas e janelas), fechar as existentes, providenciar hidráulica e elétrica em novos pontos, tudo isso em paredes que não possuem qualquer documentação. Já removemos paredes por completo por, ao iniciar os trabalhos de reforma, perceber que não possuíam as devidas amarrações ou ofereceriam risco ao que se pretendia fazer depois. Agora entramos em uma situação em que não há muito o que se possa remover por completo. Basicamente preciso mudar 2 portas e 2 janelas de lugar, fechar os vãos de onde estavam e separar dois cômodos que eram integrados. Parece fácil, mas não é.

Não é pois não quero rebocar ou ter que refazer muita coisa. Não posso também correr o risco de abalar o que já está construído. Porém abrir um vão novo em uma parede dessas pode causar danos que vão desde rachaduras nos tijolos até a perda da sustentação de toda uma parede. Fechar um vão também não é mais simples: é preciso fazer novos grouts para sustentação e firmeza do preenchimento, pode também não ser possível montar os tijolos de forma correta como se a parede estivesse sendo feita do zero, dando sequencia na montagem dos tijolos alternados, como no caso onde acaba a fiada antes do vão com um meio-tijolo. O correto seria retirar o meio e substituir por um tijolo inteiro e assim sucessivamente, fechando o vão. Tudo isso garantindo sustentação e aparência adequados. Um trabalho de artesão.

Eu terei uma casa nova, exigi e estive todo tempo cobrando aparência e qualidade impecáveis e não gostaria de conviver com remendos, onde quer que fossem. Porém terei que aceitar que ao fechar um vão, será facilmente possível identificar que ele existiu um dia alí. Também vou ter que assumir o custo relativo ao revestimento de algumas paredes onde isso não estava previsto, caso a montagem dos tijolos no preenchimento não obedeça o padrão correto.

Vou exemplificar cada item desse aqui, pois é justamente algo que não encontrei relatos sobre. É algo que quem pretende construir com esse tijolo tem que pensar desde o início, seja para providenciar soluções que prevejam/facilitem uma futura ampliação, seja para entender as complicações e necessidades quando resolverem fazer alguma mudança desse tipo.

Hoje vou mostrar a parede da futura área de serviço, onde abriremos uma nova porta e reduziremos a janela. Da forma como ela foi feita no passado pelo antigo dono, ficou difícil apenas abrir o novo vão e subir o peitoril da janela. Foram preenchidas 4 canaletas acima da altura da janela, das quais 3 teríamos que remover para permitir as novas alturas dos vãos. Ao iniciar a abertura do vão, percebemos que esse peso todo iria fazer a parede ruir e decidimos por remover parte da mesma.

Como foi um dia:


Como estava até o final de semana:


Hoje:


Outra do final de semana:


Aqui já com grande parte removida:



Novamente, como foi um dia a lateral da casa:



Essa da época antes da concretagem do radier:


Aqui bem visível a parte lateral e superior removida:



Além disso, entre a nova porta e a janela, precisamos de sustentação, de um grout que saia desde o chão até a altura das cintas de amarração. Não contaríamos com a sorte de encontrar um grout no lugar exato que precisávamos, portanto sem remover essa parte central da parede, não seria possível garantir a sustentação da parede após as modificações. Os grouts que existiam, estavam justamente no lugar onde teremos os vãos novos, o que os torna inúteis. É o tipo da coisa que pode ser antevista, se existe a pretensão de um dia abrir um vão em determinado lugar. Define-se os grouts como se o vão estivesse alí, aí no momento em que desejar abrir, basta um trabalho cuidadoso com o disco de corte e pronto, nenhum impacto estrutural.

Cortar esse tijolo assentado na parede, também não é algo simples. Qualquer descuido e ele racha. Se for chumbar uma porta ou janela em um tijolo rachado, terá problemas. O trabalho com o disco de corte tem que ser criterioso, para que não fique visível defeitos provenientes do corte, após as esquadrias instaladas e acabamento refeito.

Para ajudar, o tijolo de 30 cm que fui forçado a comprar para elevar as paredes da casa antiga que usavam essa medida, não tem realmente 30 cm e são muito quebradiços, especialmente as canaletas. Onde iriei revestir não terei tanto problema, mas nos oitões em cima da alvenaria antiga, estou um pouco preocupado com o resultado final.

Ao longo dos dias vou postando esses pontos mais críticos da reforma, o problema e as soluções que tomamos.






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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Fornecedores

Indicações e Referências


Gostaria de chamar atenção hoje para uma nova página que construí, visando reunir os principais fornecedores envolvidos na minha obra e que, de alguma forma, contribuíram/contribuem para o sucesso da mesma.

São fornecedores que particularmente recomendo, que satisfizeram as necessidades da obra e atenderam de acordo com o combinado. Vale ressaltar que não recebo e nem tenho qualquer relação com o serviço que prestam ou produto que fornecem.

A intenção é apenas retribuir a atenção que me prestaram na época do fornecimento e facilitar as referências para quem interessar.



Está também no menu principal, acima das postagens:






quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Mezanino

Ideia Providencial


Como já havia dito no post Mudanças em Vôo, surgiu uma sugestão no decorrer da obra que acabou sendo uma solução muito mais viável para uma modificação que faria na casa "antiga", com relação a suite que lá existia.

O plano inicial seria remover toda a laje desse cômodo e deixar o pé direito alto, com um forro de cedro seguindo a inclinação do telhado. Isso trazia uma série de complicações como a forma de remover a laje de modo que não danificasse as paredes, a preocupação com a estabilidade dessas paredes após remoção já que a laje faz o papel de cinta de amarração aérea nesse caso, sem falar na necessidade de mais tijolos de 30 cm para subir essas paredes até a altura do telhado. Sem a laje, isso não poderia ser feito com os tijolos da parte nova, de 25 cm, por causa das diferentes dimensões entre eles.

Eu estava com a ideia fixa de remover tudo, sob qualquer custo, pois não queria criar limitações ou herdar defeitos do projeto anterior, para a casa nova. Como aterramos tudo em 50 cm, perdemos isso de pé direito e não gostava (ainda não gosto) nada nada da ideia de ficar com um pé direito de 2,30 no quarto. Me gera uma sensação ruim locais baixos assim, o que poderia tirar a utilidade do quarto/suíte.

Porém, devo admitir, era loucura o que eu queria fazer. O pouco que restou da casa "antiga" poderia ser abalado por essa remoção da laje e isso certamente implicaria em mais custos, prejuízos e retrabalhos. O banheiro eu já cogitava não mexer, ficou semelhante a altura de banheiro de apartamento. Se vendem apartamentos novos assim, não haveria de ser um problema na minha casa. Mas e o quarto?

Com o mesmo pé direito nesses dois cômodos, no quarto a sensação era pior. Precisava de um motivo muito forte para fazer valer a pena a decisão de não mexer na laje e aceitar o teto baixo. Eis que o Edson da RA Terraplenagem de forma totalmente despretensiosa, veio com aquilo que iria me fazer mudar de ideia: um mezanino!

Um mezanino acima dessa laje era a justificativa que precisava para me convencer de que era possível não mexer e ter benefícios suficientemente recompensantes em herdar uma condição/limitação consequência de ter aterrado tudo - o pé direito baixo. Quando imaginei que ele seria o escritório que tanto senti falta no projeto (eu ia acabar usando essa suíte da casa antiga para isso), ficou bem mais fácil aceitar que era o melhor a ser feito.

O pé direito era suficiente, 2,80 m na parte mais alta, 2,10 m na mais baixa, de acordo com a caída do telhado. O espaço, 5,15 x 3,00 m, era mais do que necessário para um ambiente com essa funcionalidade. A vista da paisagem e a aparência do cômodo no projeto, iria acrescentar um charme a mais na casa. Com algum investimento tende a ficar de imenso bom gosto. E o principal, eu só deixaria de ter um gasto, não acrescentaria nada realmente considerável. A adaptação exigira apenas 2 novas janelas, o revestimento desse local e uma escada de acesso. Contrapondo isso pelo custo dos tijolos de 30cm, o retrabalho, o tempo investido para remover a laje e adequar dalí para cima...sim, valia muito a pena.

Com o aval de todos os envolvidos na obra: minha esposa, o sr. Carlos responsável pelo projeto e o sr. Camilo pedreiro, além das avaliações positivas das opiniões de outras pessoas sobre o teto baixo da suíte, tomei a decisão sobre o local que iria virar o centro das minhas atenções e imaginações dalí para frente.

Nessa parede a esquerda, colocaremos a escada de acesso ao mezanino
Pretendo até fazer um segundo lance de escada para atingir a entrada do sóton







Também já deixamos as barras roscadas embutidas na alvenaria para fazer uma varanda nesse quarto embaixo do mezanino, tendo em vista que o telhado originalmente pensado ficaria alto e não protegeria a janela que será aberta nessa parede externa, além da porta da casa para o fundo e os vitrôs do banheiro.
Acredito que uma vez impermeabilizado, amenize a diferença entre o novo x velho
Não tirando a laje, pude continuar com o tijolo de 25 cm acima da laje, tendo em vista que vamos fazer uma moldura ou revestimento nesse encontro dos tijolos e na cinta da laje, para quebrar o padrão e melhorar o aspecto do novo x velho.
A varanda vai sair de 25 cm abaixo do peitoril e morrer a prováveis 2,50 cm de pé direito, cobrindo toda essa área atrás da casa e preservando a vista do mezanino.

Fiquei tão satisfeito com a ideia de ter esse como meu local de trabalho, que resolvi arriscar algumas linhas do AutoCAD e alterar a planta baixa incluindo esse cômodo:


A grande dificuldade desse novo ambiente vai ser essa escada de acesso. Como o espaço para projeção horizontal dela é pequeno, teremos que encontrar um modo de projetá-la no limite da segurança e usabilidade. Não acredito que conseguiremos escada que atenda a lei de Blondel (2P+E = 63 cm ±1), mas meu plano é deixá-la o mais confortável possível. Nesse desenho usei degraus em curva, com pisos/patamares de 27 cm e espelho de 20 cm. Assim venceria os 2,40 m de um piso ao outro. Veremos se isso será possível e adequado.

Até lá, temos muitas outras preocupações prioritárias...




terça-feira, 6 de agosto de 2013

Vista de Cima

Mais Fotos Gerais...


Subindo a primeira laje da suite "antiga", agora mezanino
Lá embaixo, a cozinha e um pedaço da sala
Avançando para a nova laje...
O mezanino visto de cima
A esquerda, o local onde ficará abrigada a caixa d'agua, a 1,50 m desse patamar da laje









segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Panorama em 05/08/2013

Executado e Planejado


Executado:

  • Terraplenagem - 03/11/2012 á 13/03/2013;
  • Compactação/Nivelamento- 12 á 30/04/2013;
  • Fundação - 04 á 23/05/2013;
  • Primeira Fiada - 03 á 06/06/2013;
  • Hidráulica e Elétrica -13/05 á 28/06/2013 
  • Altura de Contra Verga (1,10 m) - 18/06/2013;
  • Altura de Verga (2,20 m) - 03/07/2013;
  • Fechamento de Vãos e Escoras - 05/07/2013;
  • Montagem da laje (treliças e lajotas) - 20/07/2013;
  • Respaldo, amarrações e preparação para concretagem da laje - 28/07/2013;
  • Concretagem da laje - 30/07/2013;

Planejado/Pendente:

  • Oitões e colunas;
  • Reforma Casa "Antiga" (Mudança de Portas e Janelas);
  • Telhado;
  • Massa de Regularização;
  • Colocação de Esquadrias;
  • Louças e Revestimento;
  • Rejunte e Impermeabilização;
  • Elétrica.


A parede que será o oitão da varanda frontal e o fechamento para o telhado da varanda lateral. Essa parede terá mais de 5 metros de altura e um vazado para não sofrer com ventos vindos do norte.

A garagem a esquerda, a janela da cozinha e a janela da sala.

Dá para imaginar que a porta dos fundos e a janela da sala, formarão um corredor para luz e circulação do ar.

A varanda lateral dos quartos
A sala e sua parede do fundo, com armário/prateleira a esq. e bar a direita.

Acima dessa laje exposta, "defeito" da casa antiga, já estamos construindo o mesanino. Essa parede será o espigão do telhado, a parte mais alta entre as duas águas que ele terá nessa parte.
A cozinha e a área de serviço ao fundo.

As paredes do mezanino subindo até o peitoril das janelas. Assunto para um tópico específico! 
Essas paredes impermeabilizadas vão ficar perfeitas!



Acho que estamos muito bem para o marco dos 4 meses de obra!