sexta-feira, 4 de novembro de 2016

O Porque de Tudo Isso!

O Que Nos Traz Aqui


Não que eu tenha sentido necessidade de justificar algo, mas acho que cabe contextualizar o que me trouxe até aqui.

Não sei se fica claro, mas eu não sou um ferrenho defensor do tijolo solo-cimento (ecológico) e nem um adorador cego, entusiasta vislumbrado. Minha maior preocupação aqui é ser imparcial, honesto e sincero sobre toda a minha realidade e experiência com esse paradigma.

Eu cheguei até aqui por acaso, em um capricho do destino, por uma questão de oportunidade. Quando comprei aquela casinha lá do segundo post do Blog do Tijolo Solo-cimento, comprei junto uma ideia, uma alternativa e uma oportunidade. Aliás essa oportunidade, esse potencial é que foi o determinante na minha escolha. Aquele era o conjunto casa/terreno com maior potencial dentro do meu objetivo de uma casa própria com bastante espaço, área verde e liberdade.

Mal sabia eu o que viria a seguir, pós assinatura dos contratos. Não era intensão inicial já começar uma obra, nunca morar até então e se embrenhar nesse mundo da construção estrutural usando tijolo solo-cimento. Mas as decisões e escolhas que vieram depois me levaram a mergulhar fundo nesse paradigma tão controverso e diferenciado. Não que uma obra comum teria exigido menos, mas a especificidade dessa obra criou complicantes e determinantes que culminaram na história que esse Blog documenta.

Primeira coisa que precisa ficar clara: não tenho interesse comercial, não obtenho nenhuma vantagem, lucro ou qualquer recurso através desse Blog e não tenho qualquer vínculo com fornecedores, prestadores de serviço, consumidores ou quem quer que seja da cadeia de produção do tijolo solo-cimento. Tenho até o momento 204.798 visitas contabilizadas desde 06/2013, o que dá uma média de 5000 visitas mês. E isso só cresce, pois hoje temos mais de 8000 visitas por mês, número bastante razoável para um blog de layout simples, conteúdo direcionado e nenhuma campanha de divulgação.



As pessoas chegam até aqui por meio de buscadores, atrás de informação sobre o método, buscando esclarecimento, conhecimento, solução de problemas, comparativos e subsídios para embasar suas decisões de adotar ou não o tijolo. Nunca fiz e nem nunca vou fazer nenhum lobby sobre o tijolo, ninguém vai encontrar aqui recomendações minhas para que se use o tijolo, nada que defenda esse produto como superior ou inquestionável. Repito: não ganho nada com isso e nem tenho interesse de.

O Blog nasceu de uma aflição minha em colocar para fora as angústias de uma obra, pois escrever sobre ajudava a tirar um pouco daquilo que transbordava dentro de uma mente inexperiente e transtornada pela complexidade de uma reforma. Também era uma maneira de retribuir da mesma forma que contei com diversos outros sites e pessoas que me ajudaram a entender melhor tudo isso. Hoje, na minha forma de ver, tenho - sem pretensão - um papel primordial na documentação, divulgação dos detalhes e aspectos da construção usando o tijolo solo-cimento. Ao menos na região, profissionais, fornecedores e até clientes de construções sob o paradigma conhecem meu Blog, já tiveram contato e obtiveram informações daqui, tiraram proveito de todo o esforço investido aqui. Tenho estabelecido contatos internacionais (Índia por exemplo) de interessados no tijolo. Criei um ponto de referência nesses quase 4 anos de publicações sobre o tema...esse é sim meu mérito, inquestionável!

Durante esse tempo todo eu tentei algumas parcerias sim, na angústia de conseguir terminar a obra e estabelecer vínculos que contribuíssem com isso. Mas por conta das minhas posições e opiniões, ouvi de personagens importantes do cenário nacional do tijolo solo-cimento, de que eu não contribuo para que sejam fechados negócios e que minhas opiniões aqui manifestadas divergem do que acreditam eles. Pois bem, se é uma questão de opinião eu lhes digo que as minhas são convicções construídas a partir da observação, informação e análise crítica de toda a experiência que obtive nesse processo. Além disso, certamente eu contribuo com o paradigma, pois mesmo que não esteja envolvido diretamente na negociação, os clientes de muitos desses fornecedores vão acabar vindo aqui, ler meus textos, obter informações e formar sua própria massa crítica sobre o tijolo.

O que tenho para oferecer hoje é uma visão própria e embasada do método, que apesar de ainda em constante formação, já tem material suficiente para auxiliar os leitores a tomarem suas próprias decisões, sem tendencialidade, sem ser parcial, sem interesses escusos ou de qualquer natureza. Espero sinceramente que façam bom proveito do material disposto aqui e formem seus conceitos de maneira independente, pois o que me serve bem pode não ter serventia nenhuma para você, mas certamente a informação e transparência sobre o assunto ajuda a decidir pelo certo. Estou bastante certo e convicto do meu papel, da minha contribuição e do meu trabalho bem feito. Essa é minha maior recompensa!


E você, o que te traz até aqui? Qual sua opinião sobre tudo isso? Compartilhe comigo nos comentários ;)


terça-feira, 18 de outubro de 2016

terça-feira, 12 de abril de 2016

3 Anos Completos

O Difícil Exercício da Paciência


O 12/04/2013 é uma data emblemática e não poderia deixar de pontuá-lo. Embora não tenha nada de realmente novo para trazer, não queria deixar passar em branco.

A situação continua a mesma de 1 ano atrás, documentado no post 2 Anos Depois. Nenhum avanço. Triste? Poderia, mas um acontecimento revolveu as motivações da época da decisão de encarar o projeto. Dia 11/03/2016 aconteceu a provável maior enchente da história do bairro e em questão de horas tudo que idealizei, tudo que tentei antecipar, todos nossos receios motivadores principais da obra, se tornaram realidade e foram testados na prática:

Encontre a casa do 'V' ilhada...

Por muito pouco, muito mesmo, a água não invadiu o interior da casa. O terreno todo ficou completamente tomado e não havia nada que pudesse ser feito. É indescritível a sensação de passar por uma situação dessas, ver os insetos e animais aflitos, famílias entristecidas perdendo móveis, tendo a casa completamente invadida em um cenário surreal de estar completamente dentro do rio. Água por todos os lados, aquele cheiro característico de rio, até peixes nadando nas ruas, todos tentando salvar o que podiam e como podiam...são cenas desoladoras e inesquecíveis. Nunca mais vou esquecer esses momentos.

Passado o impacto inicial e analisando as consequências, começamos a ver com melhores olhos tudo que aconteceu. Me veio a mente uma enxurrada de conversas, pensamentos, aflições e preocupações que tínhamos quando na época da compra da casa original. Confrontando isso com a situação pós enchente, acabamos nos confortando pela sensação de ter tomado a decisão correta.

Decisão essa que se não fosse tomada antes dessa fatídica enchente, significaria inúmeros prejuízos e complicações. A casa original, que encontrava-se ao nível da rua, teria sido completamente tomada pelas águas e tudo que lá estivesse, seria perdido. Além do material, com certeza perderíamos a tranquilidade e quem sabe a paixão por aquele lugar. Restaria móveis inutilizados, documentos perdidos e lodo do rio, fora o desgosto por ter tomado a decisão errada.

No fim, tudo que pensamos durante esses mais de 4 anos desde a compra da casa, todo nosso investimento financeiro, físico e mental, foram primordiais para não sucumbirmos aos problemas de uma grande enchente e prosseguirmos com a continuação do nosso sonho de morar em um lugar como esse. Depois que a água foi embora e percebemos que os prejuízos foram mínimos (uma cerca mal feita que não suportou a força das águas), restou o gosto bom de ter feito a escolha certa e evitado o pior. Agora sabemos o limite da casa que temos, sabemos a dinâmica das águas, sabemos exatamente o que pode acontecer nesses momentos críticos, raros e inevitáveis. O que sobrou foi a força para continuar perseguindo nossos objetivos e insistir naquele que é o lugar que escolhemos para morar, faça chuva, faça sol.

Durante

Depois

Nunca desistir, sempre perseverar...


OBS: Se quiser saber a história toda do projeto, as motivações iniciais e preocupações citadas acima, navegue até os posts iniciais: Encarando o Problema e Fazendo Acontecer




quinta-feira, 24 de março de 2016

terça-feira, 8 de março de 2016

Avante!

Quem Não é Visto, Não é Lembrado!


Estamos prestes a completar 3 anos de obra, sendo que há muito tempo que estamos parados, sem nenhum avanço.

Por enquanto, nada de novo de fato aconteceu, porém quero deixar a mensagem que o Blog Solo-cimento não terminou e que mais conteúdo está planejado para os próximos meses.

Depois desse tempo de hibernação, a obra também deve ganhar algum avanço e logo poderemos compartilhar isso aqui, gerando mais material sobre o tema e utilidade para nossos leitores.

Por favor, navegue nos conteúdos prévios, use as setas ao lado dos posts para avançar ou retornar aos tópicos e use os formulários de contato para quaisquer dúvidas e informações.


Muito obrigado por sua visita e aguardem as novidades que teremos nesse ano de 2016!





quarta-feira, 15 de abril de 2015

2 Anos Depois

O Que Temos?


O tempo passou rápido, 2 anos voaram e cá estamos nós praticamente parados no tempo. Muita coisa foi feita, muito avanço alcançado, mas ainda não alcançamos a meta final e isso é um grande desconforto.

No dia 12/04/2013 iniciávamos a obra com demolição, compactação de terra, preparação para a fundação. Eram dias magníficos com avanços constantes, onde a coisa evoluía rapidamente. Hoje o cenário é completamente diferente. Passam dias e dias sem que nada mude, apenas a paisagem de forma natural, sem nenhum progresso na obra.

E o que falta? Faltam muitas coisas, todas de acabamento: revestimentos, fechamentos (portas e janelas), louças, pedras, metais, gesso e elétrica. Obras que somadas, possuem custo que ultrapassa 1/3 de tudo que foi gasto até agora. Além disso, são síncronas ou até simultâneas: precisam ser executadas em conjunto. Isso dificulta e implica na questão financeira, pois o investimento deve ser feito em massa, em grandes volumes de uma vez só.

Diante disso paramos...Colocamos o pé do freio a primeira vez em 10/2013 com o término da construção bruta. Retomamos em meados de 2014 com o rejunte e paralisamos novamente com a conclusão desse passo. No mês 10/2014 voltamos a realizar tarefas de alvenaria que eram obras acessórias, finalizando antes do fim do ano. Depois disso nada foi feito. Sempre têm tarefas de manutenção que eu mesmo executo, limpeza e manutenção do terreno, alguma resina aplicada nas paredes (algo que não finaliza nunca), etc. Mas grandes avanços, nenhum!

A sensação de estar tão perto e tão longe ao mesmo tempo é angustiante e até que consigamos terminar nossa casa, todo investimento que foi feito até aqui não se torna proveitoso. Certamente ele será, mas até lá precisamos arregaçar as mangas, trabalhar e obter o que falta para que nosso sonho se concretize: dinheiro!


Uma das manutenções mais frequentes: roçar!

Avante!




segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Eco...Lógico?

Lógico que não!


Os leitores mais assíduos e atentos podem ter percebido minha resistência ao chamar o tijolo solo-cimento de tijolo ecológico. Tanto é que, para efeitos de palavras-chave e pesquisas, acabo colocando o (ecológico) entre parêntesis, pois sei que é bem mais comum procurarem por "tijolo ecológico" ao invés de solo-cimento.

Porém discordo! O termo ecológico vem do fato desse tijolo não ser cozido em fornalhas que se alimentam de lenha. Com certeza deve-se ter um ganho para o ecossistema ao se evitar essa emissão de carbono, o desmate para obtenção de lenha (apesar de hoje existir bastante manejo), etc. Agora, somente por isso chamá-lo de ecológico, já acho bastante exagero.

Continuamos extraindo terra de jazidas que podem causar erosões e derrubada da vegetação. Continuamos utilizando cimento em grandes quantidades, fazendo a adição deste à liga do tijolo para atingir a resistência necessária. Continuamos produzindo entulho (ainda que de forma reduzida se trabalhar direito com o tijolo) e descartando mal um material que poderia ser reciclado, caso contrário não se degradará no meio ambiente. Que raios de ecologia é essa então?

O tijolo é sim uma maneira mais racional de se trabalhar com alvenaria, tem seus méritos e ganhos, mas tenho para mim que qualquer avanço nesse sentido é o mínimo necessário, ou melhor, apenas o cumprimento (pífio) do dever de se encontrar alternativas e práticas mais conscientes. Estamos muito longe de termos uma solução realmente ecológica.

Hoje em dia está na moda lançar e rotular produtos como ecológicos. A industria do "ecologicamente correto" avança com altos lucros, uma vez que um produto tido como ecológico é normalmente mais caro que outro simular sem esse rótulo e mesmo assim as pessoas o consomem, valorizam essa falsa sensação de benefício ao meio ambiente, meio como se isso amenizasse a culpa interna de cada um.

Na contramão disso, não defendo e nem desejo vincular o título de ecológico a esse tijolo. Quando o faço, é força da obrigação tecnológica em manter o blog indexado pelo Google e demais buscadores, para que seja acessível e divulgado. Mas defender a ecologia do método não! A última coisa que desejo nesse blog, é me tornar hipócrita.

E tenho dito!





segunda-feira, 24 de novembro de 2014

As Desvantagens do Tijolo Ecológico Tijolo Solocimento

Como EU Vejo o Outro Lado da Coisa...


Se teve uma coisa que tive dificuldade de encontrar nas pesquisas sobre o tijolo solo-cimento (ecológico), foram as desvantagens desse método. Muitos materiais ou são de fornecedores e gente envolvida com o mercado do tijolo solo-cimento ou são de entusiastas que esquecem de registrar também o lado negativo desse método.

Eu acredito que tudo na vida apresenta um conjunto de vantagens e desvantagens. Cabe a cada um fazer uma análise de como a balança pende para algum dos lados quando se avalia a viabilidade de alguma solução. Exatamente por isso que de início fiquei um pouco cismado com a falta de conteúdo que apresentasse as desvantagens do método, pois sem isso a decisão de optar por usar o tijolo solo-cimento fica bastante prejudicada.

No intuito de mudar isso e tornar cada vez mais o Blog do Tijolo Solo-Cimento mais útil, resolvi reunir aqui somente as desvantagens que observei em minha experiência com esse método, não desejando ser a última palavra sobre o assunto. Talvez existam soluções para algumas das desvantagens que vou listar, mas em minha realidade, as enxerguei como demérito comparando com a alvenaria convencional. Avaliem vocês também!

1. Necessidade de mão de obra qualificada e escassez dessa no mercado. Isso é sem dúvida a principal fragilidade do tijolo solo-cimento (ecológico);
2. Baixa popularidade do método, ainda desconhecido ou preconceituado, gerando desinformação e falta de massa crítica sobre o tema. Isso se soma ao item 1 e potencializa a situação. Com o preconceito ou desconhecimento, não há demanda e sem demanda não se formam novos profissionais. É um círculo vicioso que pode e vem envenenando o método; 
3. Falta de padronização e uniformidade entre os tijolos fornecidos no mercado. Cada fabricante produz em medidas próprias, as quais dependem muito do equipamento adotado (a fôrma utilizada pela prensa). Isso prejudica a reposição, troca de fornecedor e reduz as opções do comprador. Mesmo com nominais semelhantes, como por exemplo tijolos de 30 cm de comprimento, tijolos de diferentes fornecedores podem não ser compatíveis por questão de milímetros. Na alvenaria modular, isso faz total diferença;
4. Alta absorção de umidade do tijolo solo-cimento, o que requer maiores gastos com impermeabilização;
5. Dificuldade em se reformar/modificar a alvenaria. Como toda alvenaria estrutural, implica em determinadas restrições em se abrir novos vãos, remover paredes, por exemplo. Além do fato de que se for adotado tijolo a vista, qualquer mudança na alvenaria poderá deixar "cicatrizes" e evidências nos tijolos que foram cortados, modificados, etc; 
6. Preço o milheiro superior a demais alternativas como tijolo cozido, bloco cerâmico, bloco de concreto, etc. Isso o coloca em desvantagem especialmente se houver a intenção de rebocar as paredes, abrindo mão da economia que poderia ser anotada ao deixá-lo a vista, o que pode fazer as contas empatarem ou penderem para outras soluções que não o tijolo solo-cimento (ecológico);
7. Baixa resistência a impactos. Por melhor que seja o tijolo, se não houver certo cuidado, quinas e cantos podem ser danificados ao sofrerem impactos;  
8.9 Ao embutir a hidráulica nos furos dos tijolos, fatalmente se terá que utilizar alongadores em registros de gaveta ou pressão, especialmente se houver revestimento na parede. Os registros ficam embutidos na alvenaria, não há muito como contornar isso em registros misturadores por exemplo. Nos adaptadores roscados você consegue afastá-los da face do tijolo, em um registro de chuveiro por exemplo, fica mais difícil. De novo uma característica, mas pesa pra mim como desvantagem; 
9.8 Espessura das paredes, seja tijolo de 25 cm (12,5 cm de largura) ou de 30 cm (15 cm de largura), diferem dos padrões adotados para largura dos batentes (geralmente 14 cm). Não é um grande problema ou algo incontornável, poderia ser apresentado como característica ou associado ao item 3, mas é algo a se considerar no projeto para não ter problemas na hora do acabamento;
10. Possibilidade dos furos dos tijolos se tornarem abrigo de insetos e animais. Como se deseja que os furos não sejam totalmente obstruídos, para que se forme uma coluna de ar que reduz a temperatura, proporciona proteção acústica e evapora a umidade da construção, se não for bem protegido, pode trazer alguns transtornos; 

Essa é minha visão da coisa, em ordem da maior desvantagem para a menor. Evitei ao máximo apresentar características como desvantagem, pois são coisas distintas. Exemplo: é uma característica do tijolo ter alvenaria modulada, ou seja, com medidas múltiplas das medidas do tijolo. Não vejo isso como desvantagem e sim característica. Ao mesmo tempo não possuir uma padronização de medidas, já me parece uma desvantagem, uma vez que seria possível o mercado melhorar isso e passar a adotar medidas mais adequadas. No final apareceu uma lista do que mais me incomoda no tijolo, por isso reforço a visão particular e pessoal sobre o assunto.

Não vejo nada aí que seja inviabilizador de um projeto por si só, porém como disse acima, é um conjunto de fatores que irá definir se vale a pena utilizar o tijolo ou não. Creio que isso varie muito de projeto para projeto e não há uma predefinição aplicável. A avaliação vai muito além desses itens e especialmente, além do aspecto custo/economia, o que abordei de alguma forma aqui e devo abordar melhor em outro tópico específico mais adiante.

Alguma discórdia?! Poste nos comentários.