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terça-feira, 10 de abril de 2018

Alvenaria e Telhado Final

Obras Finais


Fechar parêntesis. Depois de muitos anos construindo o que nós mais precisávamos era terminar, encerrar frentes de trabalho e buscar a finalização completa da obra. Para isso, haviam duas "construções" que envolviam elevar alvenarias e que estavam pendentes a muito tempo.

A primeira delas foi documentada lá em dezembro de 2016 nos posts Retomada! e Nova Velha Obra. Tratava-se de um canil/oficina que finalizamos no começo de 2017. Em paralelo atacamos a construção de pilares para a cobertura de uma nova varanda no fundo da casa.

Esse plano de fazer uma nova área coberta já era algo traçado desde o início da obra e veio de uma  ideia surgida "em pleno voo", como o surgimento do Mezanino (clique nos links para obter o histórico). Desse modo já tínhamos deixado algumas providências para executar o telhado e fechar a questão. O trabalho então seria elevar os pilares de sustentação e montar o madeiramento para receber as telhas. Com os trabalhos do revestimento também iniciados, era importante finalizar os pilares o quanto antes para não atrasar o acabamento.



Foram elevados dois pilares completos e uma fiada de tijolos, que aparece no canto esquerdo da foto, grampeados na parede já existente para fazer o apoio da viga de madeira. Assim ficaria mais discreto e menos ofensor de espaço e visão no caminho da porta que existe nesse canto. O serviço foi bastante rápido como é de se esperar e uma vez finalizado, abriu caminho para a cobertura.

Para a cobertura, como disse acima já tínhamos preparado uma facilidade desde o ano de 2013, quando deixamos essas barras roscadas já embutidas na alvenaria para fixar a futura prancha de sustentação do telhado, uma sacada e tanto!

Da época da cobertura da casa em 2013
Isso ficou lá esperando a cobertura por 4 anos, mas com certeza valeu a pena pensar e planejar previamente essa ideia, caso contrário seriam necessárias maiores intervenções na alvenaria. Por isso reforço uma ideia presente em todos meus posts: invista muito bem tempo e dinheiro no projeto, para pensar todas as possibilidades que deseja atacar e se preparar bem para a execução.

Também tenho um exemplo negativo onde isso não ocorreu muito bem. Para manter o mesmo padrão de vigas do restante do telhado e partindo da altura das barras roscadas, as janelas do mezanino precisaram ter o peitoril elevado, caso contrário ficariam abaixo da linha das telhas. Algo que se tivéssemos pensado melhor na época, poderia ter sido evitado. Se tivesse no projeto inicial, provavelmente não teria acontecido.



Resolvido isso, conseguimos atacar o trabalho de carpintaria:

Sr. Francisco abrindo caminho para mais um trabalho bem feito!

Vigas apoiadas

Madeira nova, levemente empenada
Precisaram ser trabalhas e travadas para melhor aparência

Até o ripamento e colocação das telhas
Quase lá...
E pronto! Eis mais uma área coberta que poderá ser utilizada como lazer


Da mesma forma, esse trabalho foi executado no Canil/Oficina:

Muita madeira...

Com o mesmo cuidado de travar as vigas sem empenamentos
Mantendo o padrão do impregnante/stain Ipê
Quase pronto!
Agora sim!

Dessa forma finalizamos por hora o conteúdo de novas alvenarias e telhado
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Seguiremos avançando em conteúdos represados até o marco da conclusão da obra. Acompanhem!



segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Nova Velha Obra


Força Total!


Conforme antecipado o post Retomada!, optamos por retomar a obra com mais uma construção daquele que será um canil + oficina/área de serviço externa a casa.

Voltar a construir algo "do zero" com o tijolo solo-cimento foi interessante pois já se passaram 4 anos desde o início da obra, da fase de procura de mão de obra que passamos no princípio de tudo documentada nos posts Em Busca da Mão de Obra e Em Busca da Mão de Obra 2. Dessa vez não foi diferente: opções reduzidas, dificuldade de encontrar alguém realmente capacitado e confiável, receios mil de ter problemas com a mão de obra, etc. Felizmente dessa vez tive novas opções e uma conveniência e tanto ao descobrir que o Edílson Zunta da Tijokez está agora atuando também na construção, na montagem do sistema usando tijolo solo-cimento, além claro de fornecer os tijolos. Como minha parceria com o Edílson vem desde o começo dessa obra, tenho plena confiança na pessoa dele e nas condições de um bom trabalho, não restando dúvidas: seria o Edílson o executor dos serviços de alvenaria.

Além da construção demonstrada no post anterior, havia outros pequenos serviços que precisavam ser executados antes de partimos para finalização com o acabamento. Eram coisas como assentar uma nova fiada em uma janela que ficou baixa, elevar algumas fiadas em uma parede divisória, requadrar os vãos de porta que não haviam sido devidamente esquadrejados e subir 3 colunas numa nova área coberta criando uma nova varanda no fundo da casa. Como entraremos com o piso na sequência, tudo isso precisava ser feito antes. Vou contar isso em post a parte.

Acertado isso, começamos com o recebimento de pouco mais de 2000 tijolos para essa empreitada e a preparação para a primeira fiada do canil. O domínio do Edílson e de Moshej Papillon sobre o método foram imprescindíveis para fazermos os ajustes necessários ao projeto que eu mesmo havia proposto. A distribuição dos grouts, da tubulação de água e a decisão de se adotar colunas nas extremidades da parede que servirá de oitão/apoio do telhado, foram contribuições primordiais para que a construção fosse mais bem feita do que inicialmente previsto. Com a obra nas mãos dessa equipe, fiquei tranquilo quando a execução e resultado.


2 milheiros de tijolos inteiros e pequenas quantidades de canaletas e meio tijolo


A montagem da primeira fiada:

Perímetro da construção se desenhando

Trabalhando com linha e nível, se confere a modulação e se prepara para o único assentamento feito em cimento


Em 1 dia de trabalho já tínhamos a primeira fiada e as colunas assentadas:

Pensa só quanto tempo se gastaria em alvenaria convencional

E no terceiro, estávamos na altura da penúltima cinta:

Um dos grandes diferenciais do tijolo: extrema rapidez da obra

Grouts cheios, quase terminando com apenas 3 dias de trabalho!

Até parece uma área de lazer :)

Gosto muito desse visual dos tijolinhos

Mais um dia de trabalho e a parte de alvenaria estava concluída:

Vãos fechados, paredes em suas alturas finais

Agora faltaria impermeabilizar, rejuntar e impermeabilizar novamente todas as paredes para que depois, ao final da obra como um todo, fazermos o madeiramento do telhado e a cobertura.

Sempre com esmero, honestidade e transparência, o Edílson da Tijokez se dedicou aos serviços tal como se fosse para si, aconselhando, manifestando sua opinião, colaborando para as decisões que precisavam ser tomadas, contribuindo para o melhor resultado possível. É muito produtivo e recompensante trabalhar com gente assim: capacitada, dedicada e honesta. Em matéria de mão de obra para construção esse é um diferencial entre o sucesso e o um terrível pesadelo.

Voltaremos para registrar a alvenaria toda rejuntada, impermeabilizada e coberta.

Avante!







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sábado, 3 de dezembro de 2016

Retomada!

Rumo à Conclusão


Imagine você qual melhor forma de retomar uma obra a tanto tempo "em execução"? Construindo mais, é claro! :P

Parece contra-senso mas no final vai fazer sentido. Retomamos a obra com uma nova construção daquele que será um canil + oficina, algo como uma área de serviço externa a casa. Era um sonho antigo de uma mente obsessiva, inclusive com a base iniciada em Obras Acessórias lá no final de 2014.

A verdade é que havia a necessidade de se concluir alguns serviços de alvenaria na casa, coisas mandatórias de serem feitas antes do serviço de acabamento. Eram coisas simples que listarei mais a frente, mas que exigia a mesma mão de obra de levante da alvenaria que esse idealizado canil. No ímpeto de chegar a conclusão de tudo isso, antecipei essa área externa no pacote de serviços que envolvia o tijolo solo-cimento em específico esperando que isso signifique um bom tempo sem precisar de pedreiro novamente. :S 

Como dito acima, desde muito tempo viemos pensando nesse canil e disso surgiu um projeto simples que nortearia essa construção. Assim como venho defendendo à tempos que uma construção em alvenaria estrutural PRECISA ter um projeto detalhado prévio, tentei eu mesmo sanar essa necessidade - claro dentro de minhas limitações e muito aquém do projeto feito por um profissional como o que usamos na casa toda. Eis que definimos assim:

Projeto Canil Oficina
Projeto Canil Oficina

Tudo muito simples e pequeno. Com a grande velocidade da alvenaria usando tijolo solo-cimento (ecológico), seria tarefa de rápida conclusão e grande utilidade. Ali além de um lugar para os melhores amigos do homem, teremos também um espaço para guardar ferramentas e outro grande para uma bancada de ferramentas.

Conforme dito acima, a fundação já havia sido feita previamente então meu desafio consistia em encontrar alguém que dominasse o método de construção e assim não deveria ter complicações. Como mão-de-obra é sempre um parêntesis enorme, vou falar depois da solução encontrada para essa necessidade.

Por hora vou me limitar a dizer que está sendo muito divertido vivenciar angústias de uma construção "do zero" mais uma vez. Se por um lado a experiência prévia facilita muito, por outro se vê sentindo medos idênticos aos que tive no começo da obra toda, o medo de errar nas escolhas, a dificuldade de imaginar tudo construído diante de desenhos e espaços de um projeto AutoCAD, fora a cobrança por um resultado excelente que é meu martírio inevitável.

Para nós claro, é uma excelente notícia essa retomada e para o Blog do Tijolo Solo-Cimento mais ainda, pois mais materiais serão gerados e novos conteúdos irão completar o documentário dessa obra toda.

Aguardem novas postagens registrando mais essa etapa e várias outras novidades!




quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Obras Acessórias

Mas Não Menos Importantes


Como dito no último post, estamos em um período de planejamento dos próximos passos, uma redução drástica do ritmo da obra para poder ter algum fôlego quando pudermos realmente retomar as ações necessárias para acabar essa novela.

Isso não impediu providenciarmos algumas melhorias e obras que precisavam ser feitas em algum momento. Dentre elas: eletrodutos para entrada e saída de energia, nova tubulação de entrada de água da rua, um dreno para a posteridade e dois pequenos radiers que eram pretensões antigas e parte integrante das providências para as demais obras.

Vamos por partes: a casa antiga era habitada, ou seja, tinha toda a estrutura básica de entrada de água e energia. Por que então refazer? Bom, embora da área de tecnologia, sou engenheiro e essa é uma casa de um engenheiro. Não me conformaria com um duto de 3/4 com um fio de 16 mm, num quadro de 12 disjuntores. Isso atenderia uma casa pequena como ela era, não as necessidades de uma carga instalada de 48.920 watts, considerando todos os circuitos do projeto elétrico, ligados ao mesmo tempo. E não tem nada que me deixe mais put...frustrado do que tentar fazer um serviço simples de levar um fio do quadro de força até o poste de entrada de serviço e ser barrado por um duto pequeno ou tortuoso de mais. Não caprichei nos projetos e na execução para depois, durante o desfrute da casa, me deparar com esse tipo de impedimento. Ainda mais considerando que eu mesmo faço esse tipo de serviço e me estressaria bastante nesse caso. Passamos então 3 eletrodutos corrugado, de 63 e 40 mm, da entrada de serviço (poste) até o quadro, com caixas de passagem de alumínio a cada 15 metros no máximo e assim deixar o caminho livre para iniciar a elétrica.

A entrada de água acabou sendo refeita por tabela, uma vez que para abrir as valas para o dreno e os eletrodutos, tivemos que contratar uma mini-escavadeira e durante o trabalho o cano e o que mais estava alí enterrado foi removido.

Já o dreno, esse um sonho antigo, acaba parecendo piada na atual situação das represas do Cantareira. Como já falei aqui algumas vezes, estamos em área de várzea, sujeita a alagamentos em situações específicas. Quando as represas do Cantareira estão completamente cheias como aconteceu no final de 2009, são abertas as comportas e isso eleva o nível dos rios da região. Nível alto + várzea = alagamento. Como subimos bastante todo o nível do terreno e se formou uma vala entre meu terreno e o vizinho, existia alí um risco de termos água empoçada na ocasião de chuvas muito fortes ou alagamentos. Não haveria como fazer esse dreno no futuro, sem danificar as tubulações de água e energia, então era o momento, decidimos por fazer aquilo que se fará valer a pena durante a situação extrema de uma inundação, algo bem distante da realidade do momento, mas não totalmente descartada para daqui alguns bons anos caso as represas se recuperem.

Os dois radiers e um muro de arrimo para suportá-los, são melhorias e novas construções além do projeto inicial da casa. Um aumenta a área pavimentada da casa, criando uma varanda no quarto voltado para o fundo. O outro é uma área de pequena de 7 x 2,50 m que abrigará um canil e uma pequena oficina, um projeto novo que venho desenhando para acrescentar benfeitorias à casa.

O plano traçado:

Disposição dos dutos

A execução:

Mini-escavadeira que ajudou a abrir as valas
Montando as ferragens e caixarias
Concretagem das vigas

Concretagem do radier
Desempeno

Se a betoneira tivesse vindo com água suficiente, teria ficado melhor...

Concretando o dente do radier original para expandir a área pavimentada e ter mais uma varanda

Agora é só fazer a massa de fundo e regularizar para poder receber o revestimento

E o dreno:

Esticando o tubo drenante da Kanaflex

Enchendo de brita 1
Para depois envolver tudo com a manta geotextil (bidim)
Praticamente 70 metros de tubo drenante

Bastava então cobrir de terra
E assim foi feito
Pudemos então enterrar os eletrodutos acima do dreno e subir o nível da vala no limite do terreno
O que sempre foi uma vontade antiga, reduzir grandes desniveis e valas no terreno pós terraplenagem
Já consigo imaginar tudo gramadinho e uma bela piscina, nem que seja de plástico...rs


Um dia tudo isso vai realmente valer a pena e ser motivo de orgulho, servindo a família e amigos, sendo um lar de mais conquistas e qualidade de vida. É o que temos perseguido, dia após dia.




E chegaremos lá!



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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Assentamento de Pias e Tanques

Usando Alvenaria para Facilitar/Economizar


Uma boa ideia que me ocorreu semanas atrás, antes do início da regularização do contrapiso, foi pedir que fossem feitas muretas para assentarmos a pia da cozinha e o tanque da área de serviço. Isso não seria necessário para o assentamento em si, poderia e devo usar em alguns pontos uma mão francesa parafusada na parede, mas a intenção é ter delimitado e útil uma área para criar armários embutidos sob a pia e o tanque.

Como certamente não teremos dinheiro para móveis planejados/sob medida, fará toda a diferença então ter essas estruturas para podermos montar prateleiras a um custo bem baixo. É a alternativa para termos algum espaço para organização e facilitar nosso dia-a-dia assim que passarmos a morar na casa, sem venhamos a sofrer tanto com a falta de algo que não teremos recursos para investir no início.

Pedi ao pedreiro que fizesse as laterais com 50 cm (2 tijolos) e, no caso da pia da cozinha, a base embutida com 45 cm, para permitir o avanço dos pés de fronte a pia. Ainda vamos acertar a altura dessa base, talvez mais uma fiada de tijolos atingindo 21 cm. A pia com certeza vai ter que ser feita sob medida. Faz-se as laterais menores que a largura da pia para facilitar quando colocar as portas de um gabinete/armário embutido, então usando uma pia de 60 cm de largura, ficará a contento. Já o tanque comprei um feito de resina em um saldão de uma home-center

Vamos as fotos:




O tanque:




O tanque ainda não está assentado pois fazer o formato da cuba no tijolo não é fácil. Pedi para assentarem com massa o tanque sob o tijolo canaleta e deixar de uma forma que eu não precise revestir obrigatoriamente.

Era algo que eu estava esquecendo e, uma vez regularizado o contrapiso ficaria difícil fazer na altura correta e com bom acabamento. É uma solução de custo ínfimo e muito bem-vinda. Esses detalhes só o olho do dono, atento as necessidades da casa, é que consegue detectar a tempo de ser executada a solução. Fica a dica.





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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Conserto

Resvolvida a M...


Para fechar o assunto do problema que tive no vão da janela da sala, ontem foi refeita alvenaria no local e feitas as amarrações devidas.




Foram feitas mais três cintas de amarração além das duas estão nas duas fiadas imediatamente acima do vão. Assim teremos a firmeza necessária para o vão de 2 metros que é formado pela janela de madeira que irá para esse local.

Seguimos avançando agora para a regularização do contrapiso e algumas atividades de acabamento.





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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Deu M...

A Essa Altura do Campeonato


Peço desculpas pela menção de um palavrão, mas não achei nada melhor representasse a situação. Fato é que 2 dias antes de finalizar o telhado, etapa tão esperada e arduamente conquistada, "surgiu" um problema que não deveria ter acontecido.

Na quinta-feira, 19/09/2013, quando fui a obra, estavam finalizando a colocação de telhas da água frontal do telhado e a colocação do forro de cedro no mezanino. Eram as últimas tarefas mais trabalhosas da montagem do telhado, feito isso, restava pouco para cobrir tudo por completo. Com a chegada da primavera, do período de chuvas e dessas frentes frias recentes, concluir o telhado era prioritário e o que mais me preocupava. O trabalho avançava regularmente e satisfatoriamente. Eis que então acontece algo para acrescentar tensão: o vão da parede frontal, onde ficará uma janela de 2 x 1,60 m, começa a ceder e trincar os tijolos.

Incrédulo com tudo aquilo que estava acontecendo, ao bater o olho nos tijolos acima do vão e em uma tábua que restou da escora (que havia sido retirada), notei que havia algo muito errado. A água das chuvas do começo da semana penetraram nos tijolos e essa parede, onde havia também o peso das vigas do telhado entre a sala e a varanda, não resistiu a carga e cedeu. Vale dizer que, nenhuma dessas duas condições justifica isso ter ocorrido, uma vez que um vão grande como esse de 2 metros deveria ter 2 ou 3 cintas de amarração para evitar que isso acontecesse e se tivesse sido feito isso, não teria realmente acontecido.






Inaceitável um erro desses nesse momento, mas não resolve nada lamentar. Me resta expressar a insatisfação, absorver o prejuízo, entender o que precisa ser feito e cobrar a solução. Estou exigindo que o trabalho de recuperação disso seja impecável e vou cobrar isso intensamente. Resolver o problema agora consiste em remover todos os tijolos acima da única cinta que foi feita, na fiada acima do vão e montar a parede de novo, com 3 ou 4 cintas novas, de canto a canto. Isso era o que deveria ter sido feito e deve resolver. Vamos ver como fica o resultado.





Difícil é entender que "shit happens", mas de fato, elas acontecem...




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